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sexta-feira, 4 de junho de 2021

Auxílio emergencial: confira o calendário de pagamentos do mês de junho


Começa no dia 17 de junho o pagamento da terceira parcela do auxílio 2021 – no entanto, não é todo mundo que vai receber o auxílio emergencial em junho.

De acordo com o calendário da Caixa, recebem a terceira parcela em junho todas as pessoas que fazem parte do Bolsa Família. 

Para os demais trabalhadores, o pagamento será feito para nascidos entre janeiro e maio; aniversariantes de junho em diante terão a terceira parcela depositada em julho.

Vale lembrar que a segunda parcela do auxílio 2021 foi antecipada e acabou tendo seu cronograma alterado. Caso isso aconteça novamente, o depósito pode vir antes do esperado.




Valor do auxílio emergencial 2021

O auxílio emergencial 2021 é composto por quatro parcelas, pagas entre abril e agosto. Os valores variam de acordo com a composição familiar da pessoa:

  • Famílias de uma pessoa só recebem quatro parcelas de R$ 150;
  • Famílias monoparentais chefiadas por mulheres recebem quatro parcelas de R$ 375.
  • As demais famílias recebem quatro parcelas de R$ 250.





(Foto: Reprodução/Marcello Casal Jr)

João Oliveira, Wenceslau Guimarães - BAHIA





Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Auxílio Emergencial 2021: Caixa disponibiliza saques da 2ª parcela para novo grupo


A Caixa Econômica Federal disponibiliza hoje para os nascidos em março a possibilidade de realizar saques e transferências da segunda parcela do Auxílio Emergencial 2021.

O valor foi depositado na Poupança Digital no aplicativo da Caixa Tem no mês de maio e poderia ser usado apenas para pagamentos dentro do app.

O cronograma prevê o pagamento total de 4 parcelas, com valores que variam de R$150 a R$375, dependendo da composição familiar.

O prazo de pagamentos da segunda cota já foi finalizada e até o dia 17 de junho todos poderão movimentar o valor.

Como realizar a transferência de valores
O benefício poderá ser transferido entre bancos, sem custo, também pelo aplicativo Caixa Tem nesta mesma data. Após solicitar a transferência, deverá constar na conta de destino até o próximo dia útil pela manhã. A conta deverá obrigatoriamente ser do próprio beneficiário. 

A terceira parcela para os aniversariantes de março será liberada em 25 de junho na poupança digital e estará disponível para saques no dia 16 de julho.

 Como solicitar o saque em dinheiro
Basta acessar o aplicativo da Caixa Tem, selecionar a opção “Saque sem cartão”, clicar em “Entrar” e escolher “Saque Auxílio Emergencial”. Clique em “Gerar Código”, digite sua senha e anote o código gerado. Como o cartão não será utilizado nessa modalidade, informe o código para a atendente da Caixa ou Lotérica. O mesmo código pode ser usado para saque no autoatendimento. 

O código disponibilizado é válido durante 2 horas e depois será expirado, podendo ser gerado novamente utilizando o procedimento acima.



Publicado por
IZABELLA MIRANDA
Jornalista






(Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil)

João Oliveira, Wenceslau Guimarães - BAHIA





Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Auxílio emergencial, bancada feminina e MPs: temas da 1ª reunião de líderes

Essa será a primeira reunião de líderes conduzida por Rodrigo Pacheco, que assumiu a Presidência do Senado na semana passada



Está marcada para esta terça-feira (9), às 10 horas, a primeira reunião de líderes do Senado de 2021. A reunião é também a primeira conduzida pelo novo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco. Entre os temas que podem ser abordados estão o auxílio emergencial e uma solução para que o Senado tenha tempo suficiente para a votação de medidas provisórias. Também pode ser discutida a presença de uma representante da bancada feminina no Colégio de Líderes. A reunião será feita remotamente, a partir da residência oficial do presidente.

— Discutiremos democraticamente a pauta do Senado Federal, que é uma prerrogativa do presidente do Senado, mas que deve ser compartilhada em referência à pertinência, ao momento, à forma, ao conteúdo de cada uma das proposições, numa discussão junto ao Colégio de Líderes, semanalmente — disse Rodrigo Pacheco no seu pronunciamento no dia em que foi eleito, na semana passada.

A discussão de uma solução para a assistência social (e, mais especificamente, para o auxílio emergencial) é uma demanda de vários senadores desde o final de 2020. Vários deles apresentaram projetos de lei que propõem extensão do auxílio emergencial, pago aos brasileiros mais vulneráveis durante a pandemia de covid-19. O programa perdeu vigência em janeiro e não foi renovado pelo Poder Executivo.

— Vamos buscar uma solução para poder resolver, não totalmente, porque será realmente difícil esse colchão integral para todos da sociedade brasileira que precisam, mas para minimizar os impactos sociais desta pandemia. Vamos buscar com todas as forças encontrar esse caminho — disse Pacheco na última quinta-feira (4).

Ele também se comprometeu a buscar uma solução para acabar com as votações de medidas provisórias feitas "em cima da hora" no Senado. As medidas provisórias, editadas pela Presidência da República, precisam ser confirmadas pela Câmara e pelo Senado em até 120 dias. O que tem acontecido é que, em vários casos, os deputados federais passam praticamente todo o prazo com o texto e o enviam ao Senado a poucos dias do fim de sua vigência — e, por isso, muitas vezes os senadores apenas confirmam as decisões dos deputados.

Bancada feminina
Outro tema que pode ser discutido na reunião é a presença de uma representante da bancada feminina no Colégio de Líderes. A reivindicação foi feita pela senadora Simone Tebet (MDB-MS), que também foi candidata à presidência da Casa, e outras parlamentares.

Simone Tebet e Eliziane Gama (respectivamente, a primeira e a segunda senadoras a partir da esquerda) defendem a participação de representante feminina no Colégio de Líderes



— Assumo ainda o compromisso de levar à deliberação a reforma do Regimento Interno. Nela estará formalmente previsto o funcionamento do Colégio de Líderes, com vaga destinada à representação feminina da Casa, que até hoje não havia sido formalizado na normativa — declarou o presidente.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) é autora de duas proposições que tratam da presença de uma líder da bancada feminina nas reuniões. O PRS 26/2019 cria oficialmente o Colégio de Líderes do Senado e garante a participação de uma representante da bancada feminina nesse órgão. Já o PRS 6/2021, que tem como coautoras outras seis senadoras, trata especificamente da indicação de líder e vice-líderes da bancada feminina no Senado.

Para Eliziane, a presença de uma representante das mulheres nas reuniões é importante para que pautas femininas possam avançar durante todo o ano, e não apenas em março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher.

— Não é apenas a gente ir lá como figura decorativa no Colégio de Líderes. A gente quer sentar no Colégio de Líderes com direito a voz, com direito a voto, com direito a destaque, com direitos iguais aos dos líderes de bloco ou de bancada — defendeu ela.









(Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

João Oliveira, Wenceslau Guimarães - BAHIA




terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Aprovado `auxílio emergencial´; Saiba quem receberá

Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real


Aprovado um novo projeto de renda básica no valor de R$ 450,00. Na verdade, o benefício será destinado aos moradores de baixa renda de Belém. O “Bora Belém”, é uma inciativa que pretende beneficiar as famílias belenenses que estão em situação de vulnerabilidade social e econômica. O projeto será destinado aos inscritos no Bolsa Família e no Cadastro Único.

O governo local informou que a proposta terá subsídio de R$ 30 milhões, distribuídos para quem se encontra em situação de pobreza ou pobreza extrema. O que permitirá que os inscritos no Bolsa Família também possam ser contemplados com o reajuste do benefício pelo valor do teto pago no novo programa.


Através de uma parceria entre a Fundação Papa João XXIII (Funpapa) e a prefeitura do município de Belém, foi possível realizar o projeto. A intenção é que o projeto entre em vigor no primeiro semestre de 2021.

Bolsa Família terá aumento no valor
Sendo aprovada a proposta pela Câmara Municipal de Belém, e recebendo o aval do prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL), o processo deverá começar com os inscritos no Bolsa Família. Isso porque o público faz parte da parcela da população em maior vulnerabilidade.

A principio, o valor será de R$ 450,00, sendo possível atingir um maior número de pessoas possíveis. Entretanto, o valor final ainda precisa ser regulamentado.
A etapa de regulamentação da lei, que passará previamente por análise pelo Conselho Municipal de Assistência Social, trará todas as exigências e requisitos para a inclusão dos cidadãos no programa. Com investimentos do próprio município em parceria com o governo estadual,e as despesas da medida serão administradas pelo Fundo de Assistência Social (FMAS).

O “Bora Belém” irá se apoiar no Cadastro Único para saber quais as pessoas que poderão ser beneficiadas, sendo que elas precisarão estar com os seus dados 100% atualizados, para que sejam evitados alguns imprevistos na hora que for receber o recurso.


por 

Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil





(Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil)

João Oliveira, Wenceslau Guimarães - BAHIA




quarta-feira, 26 de agosto de 2020

TCU pede revisão mensal de beneficiários do auxílio emergencial

João Oliveira, Wenceslau Guimarães-BA

(Foto: Reprodução)



O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o Ministério da Cidadania passe a reavaliar mensalmente a condição dos beneficiários do auxílio emergencial federal pago a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados afetados pela crise decorrente da pandemia da Covid-19.

Proposta pelo ministro Bruno Dantas, responsável pelo terceiro relatório de acompanhamento da Corte em relação ao auxílio emergencial, a medida visa a evitar o pagamento da ajuda mensal de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família) para quem deixar de precisar do benefício ou descumprir os pré-requisitos legais, como o que limita a concessão do benefício a dois beneficiários por família. Cerca de 1,31 milhão de pessoas foram excluídas do programa desde o início, de acordo com a Agência Brasil.

“Questão relevante nesta fase de acompanhamento é a necessidade do Ministério da Cidadania verifique regularmente a elegebilidade dos beneficiários que estão recebendo o auxílio. Ou seja,

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Congresso analisa vetos a pacote anticrime, uso de máscaras, auxílio emergencial e ajuda a indígenas

João Oliveira Wenceslau Guimarães-BA

(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)



Congresso vai decidir se mantém ou rejeita veto que limitou o uso de máscaras durante a pandemia.

O Congresso Nacional deve se reunir, na próxima quarta-feira (19), segundo agenda divulgada pela Presidência do Senado Federal, para analisar alguns vetos, como o imposto pelo presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei (PL 873/2020), que ampliou o rol de beneficiários do auxílio emergencial e originou a Lei 13.998, de 2020 (VET 13/2020).

A sessão será dividida em três horários: às 10h com deputados, às 16h com senadores e, às 19h novamente com deputados. A terceira sessão servirá para que a Câmara delibere sobre vetos a projetos iniciados no Senado. Para que um veto do presidente da República seja derrubado é necessário o apoio mínimo de 257 votos na Câmara e 41 no Senado. Se os deputados decidem pela manutenção de um veto, a decisão é final, ou seja, a análise nem chega ao Senado. O mesmo ocorre quando os senadores mantêm um veto a projeto iniciado na Casa. Nesse caso, a Câmara não se pronuncia.

Foram 12 trechos vetados no projeto, entre eles o que listava profissões aptas a receber o auxílio, como pescadores profissionais artesanais e aquicultores; agricultores familiares; arrendatários, extrativistas, silvicultores, beneficiários dos programas de crédito fundiário, assentados da reforma agrária, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais; e a possibilidade de pescadores artesanais receberem o auxílio quando não estivessem cobertos pelo seguro-defeso.

Segundo a justificativa do Planalto, ao especificar determinadas categorias para o recebimento do auxílio em detrimento de outras, a proposta ofende o princípio da isonomia ou igualdade material.

Nesse projeto, o Executivo também vetou a possibilidade de homens solteiros chefes de família receberem em dobro o benefício emergencial. Pelas regras vigentes, apenas mães chefes de família podem ter direito a duas cotas do auxílio emergencial (R$ 1.200) por mês. Segundo o governo, a medida colocaria em risco o recebimento do benefício por mães solteiras, pois o projeto não estabeleceu mecanismos para impedir que pais ausentes se colocassem como chefes de família de forma fraudulenta.

Pacote anticrime
O último veto do ano passado a ser analisado pelos parlamentares é o Veto 56/2019 , que barrou 24 dispositivos do Pacote Anticrime. Sancionada em dezembro pelo presidente Jair Bolsonaro, a Lei 13.964, de 2019, tem por objetivo aperfeiçoar a legislação penal e processual penal. 

Um dos itens vetados foi a pena de 12 a 30 anos de prisão para crimes como homicídio cometido com emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido. O presidente da República entendeu que a medida “viola o princípio da proporcionalidade entre o tipo penal descrito e a pena cominada”. Além disso, segundo o Palácio do Planalto, o dispositivo poderia “gerar insegurança jurídica” aos agentes de segurança pública.

Outro artigo vetado determinava a apresentação do preso ao juiz de garantias em um prazo de 24 horas. A ideia era aplicar a medida em caso de prisões em flagrante ou por mandado de prisão provisória. O texto aprovado pelo Congresso previa a realização de audiência com a presença do Ministério Público e da Defensoria Pública ou de advogado, vedado o emprego de videoconferência.

Para o presidente da República, “suprimir a possibilidade da realização da audiência por videoconferência gera insegurança jurídica”. Além disso, de acordo com o Planalto, “o dispositivo pode acarretar em aumento de despesa, notadamente nos casos de juiz em vara única, com apenas um magistrado, seja pela necessidade de pagamento de diárias e passagens a outros magistrados para a realização de uma única audiência, seja pela necessidade premente de realização de concurso para a contratação de novos magistrados”.

Máscaras
Outro veto em pauta é o aposto pelo Planalto ao PL 1.562/2020, que originou a Lei 14.019, de 2020, e determinava o uso obrigatório de máscaras pela população (VET 25/2020). Foram 23 itens vetados, como ao dispositivo que obrigava o uso de máscara em estabelecimentos comerciais e industriais, templos religiosos, estabelecimentos de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. Segundo o Executivo, o dispositivo pode ser interpretado como violação de domicílio por abarcar conceito abrangente de locais não abertos ao público.

Também foi vetado trecho que previa multa no caso do descumprimento do uso de máscaras, com agravantes na gradação da penalidade para os casos de reincidência, infração em local fechado e capacidade econômica do infrator.

Outro dispositivo vetado determinava a aplicação de multa por estados e municípios ao estabelecimento autorizado a funcionar durante a pandemia da covid-19 que deixar de disponibilizar álcool em gel em entradas, elevadores e escadas rolantes.

Nas razões dos vetos, o governo alega que embora haja prerrogativa para a elaboração de normas gerais pela União em relação à matéria, a não imposição de balizas para a gradação da sanção imposta gera insegurança jurídica. Além disso, aponta a existência de normas que já disciplinam a possibilidade de multas por infração sanitária com parâmetros a serem observados (Lei 6.437, de 1977).

O projeto de lei obrigava o Poder Público a fornecer gratuitamente máscaras de proteção individual às populações mais pobres nos estabelecimentos credenciados ao Programa Farmácia Popular do Brasil, entre outros. A justificativa para o veto foi que o dispositivo cria obrigação aos entes federados, em violação ao princípio do pacto federativo e à autonomia dos estados, Distrito Federal e municípios.

Indígenas
O Planalto também vetou parcialmente o projeto (PL 1.142/2020) com medidas de proteção social para prevenção do contágio e da disseminação da covid-19 nos territórios indígenas. O texto originou a Lei 14.021, de 2020, e teve 22 trechos vetados (VET 27/2020).

Entre eles, o que previa o acesso das comunidades a uma lista de serviços a serem prestados “com urgência e de forma gratuita e periódica” pelo poder público: acesso universal a água potável; distribuição gratuita de materiais de higiene, limpeza e desinfecção de superfícies; oferta emergencial de leitos hospitalares e de unidade de terapia intensiva (UTI); aquisição de ventiladores e máquinas de oxigenação sanguínea; distribuição de materiais informativos sobre a covid-19; e pontos de internet nas aldeias.

A lei traz um capítulo específico sobre segurança alimentar e nutricional para aldeias indígenas, comunidades quilombolas, pescadores artesanais e demais povos tradicionais durante a pandemia. O governo federal vetou o parágrafo que obrigava a União a distribuir alimentos diretamente às famílias “na forma de cestas básicas, sementes e ferramentas agrícolas”.

Foram vetados ainda dois dispositivos que davam prazo de dez dias para a elaboração de um plano de contingência para cada situação de contato com povos isolados. O Palácio do Planalto também barrou a elaboração de um plano de contingência para lidar com surtos e epidemias nessas áreas.

O projeto aprovado pelo Congresso estendia a quilombolas, pescadores artesanais e demais povos tradicionais todas as medidas previstas para as comunidades indígenas no Plano Emergencial. Esse dispositivo foi mais um vetado pelo presidente Jair Bolsonaro.

O presidente da República vetou também a criação de um programa específico de crédito para os povos indígenas e a inclusão de comunidades certificadas pela Fundação Cultural Palmares no Programa Nacional de Reforma Agrária. A medida visava beneficiar indígenas que não possuem a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com a possibilidade de apresentar documentos simplificados emitidos pelo órgão indigenista oficial.

Crédito
Na pauta estão ainda dois projetos de lei de crédito suplementar ao Orçamento. O PLN 11/2020 abre crédito de R$ 36,7 milhões em favor das Justiças Federal, do Trabalho e do Distrito Federal e Territórios para a conclusão de obras.

Já o PLN 23/2020 abre crédito de R$ 166,8 milhões para o Ministério Público Federal investir na construção dos edifícios-sede da Procuradoria da República em Boa Vista, Belém, e Vitória; e cobrir gastos com assistência médica e odontológica de servidores civis e com pessoal e encargos sociais. No âmbito do Ministério Público Militar, do Distrito Federal e do Trabalho, os recursos são destinados a despesas com a assistência médica e odontológica de servidores civis, com pessoal e encargos sociais, e com a defesa do interesse público no processo judiciário.

Outros vetos a serem analisados na sessão do Congresso:






Fonte: Agência Senado

Auxílio emergencial de R$ 600 reduz a desigualdade ao menor nível histórico, diz estudo

João Oliveira Wenceslau Guimarães-BA

(Foto: Divulgação)



Segundo o cálculo, sem esse auxílio a crise econômica provocada pela pandemia teria feito o Brasil retroceder ao mesmo nível de concentração de renda de 50 anos atrás.

A injeção na economia por meio do auxílio emergencial para informais reduziu a pobreza e fez a desigualdade brasileira chegar a seu menor nível histórico, segundo pesquisa do do Centro de Estudos da Metrópole da USP, do sociólogo Rogério Barbosa. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Sem esse auxílio a crise econômica provocada pela pandemia teria feito o Brasil retroceder ao mesmo nível de concentração de renda de 50 anos atrás.

"Foi uma queda (da desigualdade) sem precedentes. Se não houvesse o auxílio, todo o esforço redistributivo dos últimos 25 anos teria se perdido", afirmou Rogério Barbosa.

O efeito artificial aumenta a pressão sobre o governo por uma transição capaz de contornar o impacto negativo que a retirada do benefício pode gerar uma crise econômica. São 60 milhões de brasileiros no programa.






Fonte: Metro1

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

CDH analisa sugestão de extensão de auxílio emergencial até fim da pandemia

João Oliveira Wenceslau Guimarães-BA

(Foto: Reprodução/Divulgação)



O Portal e-Cidadania recebeu, no dia 29 de julho, uma ideia legislativa que propõe a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 reais até o fim do decreto do estado de calamidade pública ou até a população dispor da vacina. A sugestão apresentada pelo canal do YouTube “INSS Passo a Passo” conseguiu, em menos de duas semanas, cerca de 70 mil apoios, mais que o triplo do número necessário para que a ideia seja encaminhada para análise da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), responsável por avaliar a sugestão e emitir um parecer. O senador Paulo Paim (PT-RS), que preside a CDH, já declarou que apresentará relatório favorável à ideia legislativa, que, se aprovado, permite que a ideia passe a ser discutida como projeto de lei pelo Senado. Porém, as reuniões presenciais estão suspensas por conta da pandemia de covid-19 e ainda não têm data para serem retomadas. Mais informações na reportagem de Lara Kinue, da Rádio Senado.







Fonte: Agência Senado

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Google Play sugere app errado de auxílio emergencial da Caixa

Caixa Auxílio Emergencial vai conceder benefício de R$ 600; app para Android não aparece na busca da Google Play Store

 




O governo liberou nesta terça-feira (7) o aplicativo Caixa Auxílio Emergencial para conceder um benefício temporário de R$ 600 a milhões de trabalhadores informais que não estão no Cadastro Único (CadÚnico) de programas sociais, em meio à pandemia do coronavírus (COVID-19). Ele está disponível para iOS e Android, mas a Google Play Store não o exibe nos resultados de busca: em vez disso, a loja sugere apps não-oficiais.

O Tecnoblog fez o teste: se você procurar "auxílio emergencial" na Play Store do Android, o Google vai sugerir com destaque o app Consulta Benefícios Sociais do Brasil feito pelo desenvolvedor Starlight Apps BR, que não é vinculado ao governo.
Ao buscar por "auxílio emergencial do governo", que é uma das sugestões do autocompletar, aparece uma lista com nove apps visíveis na tela, dos quais apenas dois são do Governo do Brasil (desenvolvedor oficial). Detalhe: o app de auxílio emergencial é desenvolvido pela Caixa.
E se você procurar por "caixa auxílio emergencial"? Neste caso, o primeiro resultado será o app... da Caixa. O aplicativo Auxílio Emergencial não consta na lista, mesmo se você for rolando continuamente; aparecem até sugestões como Bradesco e Itaú, mas nada do novo app.

App da Caixa não aparece na busca do site da Play Store

Aplicativo Oficial do governo para Aulíxio Emergencial

Imagem: Divulgação

Foto: Divulgação



Os trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados fora do Cadastro Único (CadÚnico) de programas sociais podem solicitar auxílio de R$ 600 durante pandemia do novo coronavírus por meio do Caixa Auxílio Emergencial, aplicativo e site lançados na terça-feira (7). As plataformas, segundo o banco, registraram mais de 27 milhões de cadastros até a noite de quarta-feira (8).

Do total de cadastros, 10,7 milhões (39,7%) são de pessoas que provavelmente ainda não possuem conta em banco e, por isso, solicitaram a abertura da Poupança Social Digital na Caixa. A estatal estima que o processo do auxílio emergencial levará à bancarização de 30 milhões de pessoas.
Em pouco mais de um dia, o auxilio.caixa.gov.br teve 223 milhões de visitas e o aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, para Android e iOS, 22,5 milhões de downloads. O banco ainda enviou 74,5 milhões de SMS e recebeu 4,3 milhões de ligações no número 111, a central de atendimento sobre o programa.

Como serão feitos os pagamentos?