Foto: Reprodução / Sesab
A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou apoio à
parceria entre a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a Fiocruz-Bahia
na criação de um Grupo Tarefa Interinstitucional, com o objetivo de
coordenar esforços para intensificar pesquisas sobre a microcefalia e a
infecção congênita pelo Zika vírus (saiba mais).
A confirmação foi feita pelo secretário de Saúde, Fábio Vilas-Boas, na
última segunda-feira (28) em reunião com o diretor da Fiocruz-Bahia,
Manoel Barral Netto, e com o reitor da UFBA, João Carlos Salles. A
iniciativa tem por objetivo ainda o acolhimento e atenção à saúde das
crianças acometidas e a busca de novas estratégias de prevenção. O
trabalho será realizado em colaboração com as autoridades de saúde do
Estado da Bahia. "É preciso unir esforços, mobilizar as diversas áreas,
para que nos dediquemos a esse problema que estamos enfrentando no
país", defendeu Vilas-Boas. De acordo com a Sesab, até o dia 26 de
dezembro de 2015, foram notificados 312 casos suspeitos de microcefalia
com perímetro cefálico menor ou igual a 32 centímetros na Bahia. Os
casos ocorreram em 69 municípios, sendo Salvador o que apresentou o
maior número, com 173 casos (55%). Em relação à Zika, até o dia 18 de
dezembro, foram notificados 64.478 casos suspeitos.
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