Caboclo é imagem reverenciada na comemoração do Dois de Julho em Salvador
Não fosse o feriado estadual, o Dois de Julho, a data em que se comemora a Independência da Bahia, passaria desconhecida por várias gerações de pessoas residentes em Jequié e na grande maioria dos 417 municípios que compõem o estado. Movimento iniciado em 19 de fevereiro de 1822 e com desfecho nesta data comemorativa no ano de 1823, a data da Independência da Bahia, tem no seu significado histórico, a reverência histórica motivada pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, encerrando com a inserção da então província na unidade nacional brasileira, durante a Guerra da Independência do Brasil. Pela Lei Estadual 10.695/2007, ficou determinada a transferência da sede do governo estadual para a cidade de Cachoeira, de onde a programação insere a saída do Fogo Simbólico no dia 30 de junho, passando por Saubara, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Candeias, Simões Filho, chegando em Pirajá (1º). Este ano, em cumprimento a agenda internacional na Espanha, o governador Rui Costa não estará presente na comemoração. O evento desse ano organizado pela Prefeitura de Salvador tem como tema “Patrimônio do Povo”. Na cerimônia na Capital é considerado ponto relevante o cortejo entre a Lapinha e o Terreiro de Jesus. Localizado no Largo do Campo Grande, o monumento que simboliza a Independência da Bahia, tem como elemento principal o caboclo, representando o povo. Inaugurada em 1895, a obra passa em 2019 por restauração promovida pela Fundação Gregório de Mattos (FGM). A celebração se encerra por volta das 17h, no Campo Grande, em ato simbólico de hasteamento das bandeiras do Brasil, Bahia e Salvador, colocação de coroas de flores no monumento ao 2 de Julho pelas autoridades presentes e acendimento da Pira do Fogo Simbólico pelo atleta olímpico de natação Edvaldo Valério.
Fonte: Jequié Repórter
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