Varredeira elétrica substitui em média 20 homens por área de limpeza
A popularização em futuro das minivarredeiras elétricas, equipamentos criados para a limpeza pública urbana, apesar de se constituir num importante avanço tecnológico poderá vir acompanhada da redução drástica dos postos de trabalho, dispensando o uso de muitos garis no trabalho de varrição das cidades. A prefeitura de Salvador, vem fazendo experiências com esses equipamentos, através da Limpurb, colocadas em atividades nas áreas do Terreiro de Jesus (Pelourinho) e, em alguns trechos da orla de Itapuã e da Barra. Operada por um agente de limpeza, o equipamento tem largura de 1,27 metro de varrição e capacidade para armazenar até 135 litros de resíduos. Para manuseá-la, os profissionais da Limpurb passaram por um treinamento de dez horas. A varredeira consegue retirar a areia acumulada do chão de forma mais eficiente, economiza o tempo do serviço e ainda faz a limpeza de forma silenciosa. Depois de recolhidos, os resíduos são descarregados em local adequado. O trabalho é feito diariamente, das 6h às 20h, em períodos intercalados.
Várias prefeituras do país já adquiriram o equipamento que custa em média R$ 108 mil por unidade
Por ser movida a energia elétrica, durante todo o tempo que está em funcionamento ela libera ar limpo, evitando a emissão de gases poluentes na atmosfera. Além da limpeza das vias principais e das calçadas, o equipamento consegue acessar locais estreitos graças a uma mangueira de sucção que facilita a retirada de resíduos nessas áreas com menor largura. “A Prefeitura de Salvador inova com a utilização desse equipamento sustentável na limpeza urbana da cidade, com a grande vantagem de não substituir a mão de obra existente. Trata-se de uma tecnologia que vem para agregar ao trabalho dos agentes, otimizando o tempo de execução e aprimorando o serviço prestado ao cidadão”, destacou o presidente da Limpurb, Marcus Passos.
Fonte: Jequié Repórter
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